segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Como tomar decisões acertadas em tempos de "pouco tempo"

Existe um tema insistente em minha mente. É claro que tem a ver com o momento que estou vivendo. Mas acho que mesmo antes dessa fase, eu já meditava bastante sobre isso: decisões x emoções.

Não é nenhuma novidade dizer que hoje vivemos em um mundo muito agitado onde todas as coisas acontecem a uma velocidade crescente e que para acompanharmos as evoluções de equipamentos, conhecimento e necessidades do mercado de trabalho, nossa mente precisa funcionar na mesma velocidade, sabendo fazer escolhas em um piscar de olhos.

O tempo passa. A idade avança e com ela as condições do nosso corpo também. Somos constantemente ultrapassados por alguém mais jovem, mais inteligente, mais adequado ao cargo. E daí? Novas crianças nascem todos os dias e porque isso deveria mudar a nossa perspectiva de futuro? Por que precisamos ser tão competitivos?

Nossos parâmetros geralmente não são baseados no nosso passado com relação ao presente. Nossos parâmentros geralmente são fundamentados na performance de outros. Definimos nossas estratégias para tentar ficar à frente de alguém. Isso cansa. Desagasta a mente até os neurônios! E tudo isso, naquela velocidade dos tempos atuais.

Uma amiga, pensadora, postou essa frase hoje no facebook: "Follow your heart, but be quiet for a while first. Ask questions, then feel the answer. Learn to trust your heart." A autoria parece ser desconhecida. Mas o fato é que a frase instrui que sigamos nosso coração, mas fiquemos quietos por um momento antes disso. Aconselha que façamos perguntas, mas que depois precisamos ficar atentos para sentir as respostas. E, por fim, a frase fala que precisamos aprender a confiar no nosso coração.


Quem hoje tem tempo de ficar quieto? Ou quem vai reservar um tempo para meditar para sentir as respostas? Há hoje quem confie no coração, ao invés de confiar no currículo?


Nesse final de semana que passou, antes mesmo de ler essa frase, me propus a simplesmente não pensar na minha decisão de mudar de área e fazer outra faculdade. Aquietei minha mente e tentei aquietar o coração. Conclusão: me peguei em uma conversa natural, sem pressões, onde senti claramente minha paixão pela nova área, animação e, o principal, senti uma tranquilidade, diferente das decisões a altas velocidades que normalmente o mercado exige!


Então, para um bom início de semana, aconselho que você: " Siga seu coração, mas antes fique quieto por uns instantes. Faça perguntas, depois, sinta as respostas. Aprenda a confiar no seu coração." E assim, seja feliz e tenha sucesso, primeiro dentro de você! Com certeza, isso refletirá em todas as áreas da sua vida!



5 comentários:

Di disse...

Me caiu como uma luva ^^

Bjs!

Claudinha disse...

Que bom que vc escutou o seu coração !!!! e melhor que isso, passou essa experiência...
Pedrinho vai se orgulhar da mãe que tem !!!!
bjão

Antonio C R Colucci disse...

Isso aí Ju!
Meu coração amanheceu pegando fogo fogo... chamei o bombeiro!
Jú, o mais importante agora é você ouvir seus DOIS corações! Eles que devem ter o comando e mais nada ou ninguém!
O Pedrinho vai se dar muito bem com uma mãe tão legal!
Beijinhos
Colucci - #ColucciNos600k
@antoniocolucci

Ficou muito legal o Brasão! Valeu Jú!

Abreutax disse...

Bacana Ju,
Lembro de uma frase que peguei do Roberto Shinyashiki e que serviu de inspiração para escrever um post
Você precisa de momentos para estar só, consigo mesmo. No silêncio da sua alma você descobre seus caminhos. (R.Shinyashiki)
Na pratica desenvolvi o texto por outra linha mas no fundo mas a frase se encaixa bem.
depois passa lá
http://abreutax.blogspot.com/2010/07/mizuno-10-milhas-sao-paulo-2010-correr.html
abs

PS. eo Zé só lê o que vc escreve? Ele não se aventura na escrita?

Naty disse...

Ja faz um tempo que vc publicou esse post, mas só hj que cai por aqui, e não poderia ser um dia melhor pra mim ler este texto, venho passando por esse dilema de querer explorar outras areas, e agora conclui que estou na fase de escutar meu coração, e logo vou ficar quieta, e depois...